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Quarta-feira, 3 de Outubro de 2007

Esticar a corda

A corda não é elástica...  esticada rebenta...

 

Quando me casei, casei com um marido que tinha um emprego das 9 às 18h, Segunda a Sexta e tempo para a família. As pessoas com quem trabalhava tinham, na maioria, estilos de vida idênticos, conceitos idênticos e as que tive oportunidade de conhecer eram de fácil trato.  Dificuldades e situações menos agradáveis todos nós temos nos nossos empregos, aquele não era excepção, mas nada que justificasse ser tema de conversa ao serão por mais de 10 minutos.

 

Um dia cometi um enorme erro, aquando questionada acerca da hipótese de mudança acedi, acedi porque não me acho no direito de interferir num sonho, e se havia oportunidade de o concretizar... porque não?!

 

Que fui eu fazer... hoje sofro a consequência de ter apoiado esta mudança.

 

O tempo para a família não é o mesmo, já não existe horário de Segunda a Sexta e muito menos das 9 às 18h. O nosso filho sente cada vez mais a ausência chegando a ficar em choro nas ausências de fim-de-semana. Por vezes não consegue sequer ver o pai, quando um chega a casa já o outro saiu e vice versa.  As pessoas que lá trabalham não têm, na maioria, estilos de vida idêntico, pelo contrário, na sua maioria a família está depois, os conceitos também não são idênticos (o conceito de família para a maioria é quase nulo), e muito por opção própria ainda só tive oportunidade de conhecer um na escrita (só me apercebi pelo perfil) e pessoalmente apenas duas delas, estas duas são de trato fácil, mas na sua maioria não o são, ou talvez sejam, mas não para o meu feitio. As situações menos agradáveis, essas acontecem praticamente todos os dias.

 

Razões para não querer conhecer?  Simples, as atitudes de muitos, situações que já vi e ouvi, não permitem sequer que me sinta na disposição de querer quaisquer contactos.

 

O meu marido e eu somos muito diferentes, eu sou muito mais selectiva e tenho muita dificuldade em dar confiança.  Ele dá a todos, mais tarde retira se verificar que se aproveitaram dela.

 

Eu encaro como meu tudo o que seja dirigido à minha família, magoa-me muito mais que os magoem do que me magoem a mim. Há situações que o meu marido esquece, perdoa e tenta ignorar.  Eu esqueço, perdoo o que me fazem, mas o que façam à minha família eu não consigo.  Acho que com isto sofro ainda mais que os próprios.

 

O casamento também sofre com tudo isto. Não um sofrimento que provoque ruptura, nada disso, certamente por ter uma base sólida de quase uma década e por estar muito assente na amizade (acima de tudo), mas quando ambas ou alguma das partes não está em harmonia há sempre sofrimento. Eu refilo, refilo muito para tentar que haja alguma estabilidade horária... eu sei que refilar não dará o melhor ambiente, mas não é defeito é feitio... espero uma oportunidade... uma oportunidade que permita mudança...

 

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Por Luz às 17:02
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5 comentários:
De pandora a 4 de Outubro de 2007 às 12:29
queria, antes de mais, agradecer pelas visitas ao meu blog, sempre simpáticas como pertinentes. Não querendo imiscuir-me num assunto que desconheço, preocupa-me também o caminho que o significado da palavra Família está a tomar, não apenas no nosso País. Cada vez mais - e falo com conhecimento de causa -, uma família é tão só um conjunto de pessoas individuais que ocasionalmente se juntam. Mesmo o que na minha infância se tinha como quase sagrado, como as horas das refeições, são agora momento individuais e espaçados no tempo, na desculpa sempre conveniente de horários ou de um simples "hoje estou com pressa". Por vezes, nem já à mesa se sentam. Quando se juntam ou faltam motivos de conversa ou esta resume-se a queixas de parte a parte sobre problemas que na maior parte das vezes deveriam ter ficado do lado de fora da porta. A noite, e quando antigamente os nossos serões se passavam à volta da mesa em jogos que incluíam toda a família, é agora passada em frente à televisão e na maior parte das vezes mais que uma. É a telenovela, o futebol ou então o computador, cada membro da família isolado um do outro em tarefas e entretenimentos díspares. Sobre o assunto, sugiro um texto que podes ler em Opequenomundo.blogspot.com, intitulado "Pai, quanto ganhas por hora?", muito esclarecedor e preocupante sobre as famílias actuais. Felicidades para a família e que juntos possam resolver todos os problemas.
De Anónimo a 6 de Outubro de 2007 às 16:48
Luz!
Este teu texto é muito pessoal e privado, daí dificil de comentar.
No Inem tenho 1 grande amigo,uma pessoa com quem compartilho principios, valores, filosofias e formas de estar. Para além disso tenho 2 ou 3 amigos num nível mais circunstancial. Amigos que se ocasionaram exactamente pelo bom trato e por uma pulida forma de estar perante as pessoas e o trabalho. De muitos outros acredito que poderiam tornar-se bons relacionamentos. Infelizmente, todos os outros são pessoas que jamais farão parte do meu círculo de relacionamentos, a não ser que suas vidas, mentes e coração dêm uma volta muito grande.
As pessoas de bem vivem este dilema em todo lado.
Muitas vezes em conversa com o Hugo (o meu amigo) comentamos a tristeza que sentimos por vezes as famílias e os relcionamentos a degradarem-se por causa do trabalho e da profissão da pessoa. Mas isto só acontece porque as pessoas invertem as prioridades.
Nãome sinto habilitado a comentar tua confissão, mas se me permites a sugestão...dialoga com o teu marido. Se ele te ama ele será sensível à tua dificuldade.
Um abraço
Tito
De Luz a 6 de Outubro de 2007 às 17:58
Este post era sem dúvida um desabafo, mas também era mais que isso, era talvez uma tentativa de libertação (mas acho que ainda não consegui) porque sabia que ia ser lido por uma pessoa que o iria entender por conhecer a realidade que referi, ao contrario dos restantes que ficarias à nora... tu sabes o que lá vai dentro.

Se eu enumerasse as situações que já aconteceram e me deixaram passada por ele permitir tais coisas, estarias mais de meia hora a ler o post , se bem que alguma conheces.

Mas este post teve também outra finalidade... eu não me sinto muito bem por estar em vantagem, porque estou para aqui a tentar "falar" com alguém de quem sei muito mais do que dou a saber. A minha intenção não é de todo que não saibas quem sou, mas aqui não quero revelar mais.

Eu descobri-te sozinha, por pura coincidência (ou talvez não, tenho dúvidas das coincidências da vida) e faz-me muito bem ler os teus comentários e os teus post .

Eu não sou calma como tu, revolto-me com imensa facilidade (como já terás percebido) e só Deus sabe o que sofro com isso. Como é que encontro uma tranquilidade dessas?

Fica bem.

Luz
De Anónimo a 6 de Outubro de 2007 às 18:33
Não vou negar que estou intrigado?! Mas talvez não seja tão importante quanto isso saber quem és e saber quem é o meu colega de trabalho (teu esposo).
Ao reler o meu comentário constatei alguns erros ortográficos. Peço desculpa por isso. Escrevo rapidamente e muitas vezes não faço revisão do texto. De qualquer forma creio que percebeste.
Tem um óptimo fim de semana.
De Luz a 6 de Outubro de 2007 às 19:20
Obrigada por tudo. Beijinho. Bom fim-de-semana.

Luz

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