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Segunda-feira, 12 de Novembro de 2007

Ora...

Para este acidente saíram várias viaturas médicas do INEM, até a VIC (Viatura de Intervenção em Catástrofe), que entretanto deve ter recolhido à base para não fazer a triste figura que fez no acidente da A23 . Ah pois é, porque depois de percorrerem cento e muitos quilómetros (a VIC é lenta por ser muito pesada), e depois de montarem o hospital de campanha... surpresa das surpresas já não era necessário!!! Os feridos já estavam a caminho do hospital. Gostava de ser um dos jornalista que lá estava. Não faltam os que falam disto. O INEM não gosta de marketing? Era bom marketing ou não era?

 

Instituto Nacional de Emergência Médica e quem acciona os meios, vocês estão lá, estão no caminho certo continuem assim. Continuem porque aqui o pessoal curte bué descontar para isso!!! Passear é giro!

Por Luz às 21:00
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15 comentários:
De =) a 12 de Novembro de 2007 às 22:21
Este país vai de mal a pior.

Fico muitíssimo revoltado com isto.

Enfim...

Bjinho grande
De Anónimo a 15 de Novembro de 2007 às 11:20
Olá luz:

Deixa-me só fazer duas correcções. Na paz, ok?!
A vic não transporta o hospital de campanha, é um PMA (posto médico avançado). É uma tenda insuflável de pequenas dimensões e rápida de montar (10 a 15mn).
E na realidade quando chegou ao local do acidente na A23 ainda estavam 8 vítimas no local.
No entanto reconheço que por vezes o Inem mobiliza meios de uma forma pouco estruturada e mais virada para a imagem do que propriamente para uma real necessidade.
Bjs
tito
De Luz a 15 de Novembro de 2007 às 11:54
Fartei-me de rir com a parte de "Na paz, ok?!".
Obrigada pela correcção e esclarecimento.
O que me choca na realidae não é a mobilização de meios, mas fazê-lo muitas vezes com vista ao Marketing, o que consequentemente vai originar a falta deles para outras situações, pois embora hajam várias ambulâncias, bombeiros e CVP, os meios não são infinitos...
A culpa não é só do INEM é do país e sua governação que o permite. Uma bola de neve de coisas que funcionam mal...

Bjs

Luz
De INEM a 15 de Novembro de 2007 às 17:18
Cara Luz,

o INEM tomou a liberdade de lhe enviar um e-mail para o endereço assinalado neste blog, onde se explica a realidade dos acontecimentos e onde poderá comprovar que as suas palavras não correspondem à verdade.

Melhores cumprimentos,

Ana F. S. Ros
Gabinete de Comunicação e Imagem
Instituto Nacional de Emergência Médica
Rua Almirante Barroso, 36 / 1000-013 Lisboa – Portugal
Tel. + 351 213 508 108 / Fax. + 351 213 508 183
e-mail: ana.ros@inem.pt
Internet: www.inem.pt
De Luz a 15 de Novembro de 2007 às 18:38
Se não são verdade o melhor então é mostrar ao Mundo a vossa verdade pois esta é a verdade que vocês transmitem.
E-mail eu não recebi, o que é pena pois colocaria aqui a vossa versão dos factos .
Não retiro uma palavra do que escrevi, tive apenas o cuidado de agradecer as correcções feitas pelo comentador Tito, quanto ao marketing não retiro uma sílaba. Não compreendo como se deu ao trabalho de comentar este post e não colocou aqui a vossa versão, mas é normal eu não compreender, eu não compreendo o INEM, nem eu nem muitos.
O INEM auto promove-se e o assunto deste post é para mim uma gota no Oceano.
Gostava de ler a vosso suposto e-mail, acredito que seja mais um igual a tantos outros, a lenga lenga do costume, pena é a realidade ser outra.
Luz
De Luz a 15 de Novembro de 2007 às 19:19
Tenho mais uma dúvida... se o INEM não vive também da imagem porque razão possui um Gabinete de Imagem? E pior um gabinete de imagem onde os funcionários são pagos com o dinheiro dos contribuintes para andar a comentar blogs. Se o comentário explicasse a realidade dos acontecimentos eu até entendia, mas não...
Conclusão, um Instituto Público, vulgo INEM, precisa de Gabinete de Imagem e contribuintes a descontar para comentarem blogs. Que bom país este.
Se não levar isto como uma ofensa eu dou-lhe mais uns links onde se fala mal do INEM para facilitar o seu trabalho.
De INEM a 16 de Novembro de 2007 às 12:43
Cara Luz,

em nome do Gabinete de Comunicação e Imagem (GCI) do INEM, informo que o e-mail foi enviado no dia de ontem, aquando do envio do comentário anterior, para o o endereço luz.diasiluminados@sapo.pt

Sobre as suas novas palavras, as correcções feitas pelo Tito, estão correctas. Não foi aqui colocada a versão verdadeira dos factos pois, como de certo concordará, seria um texto realmente extenso para um comentário. Ainda assim, abaixo segue.

O INEM possui um Gabinete de Comunicação e Imagem e é nele que se organizam as acções de sensibilização, a gestão do site na internet, da intranet, duas newsletter, design dos meios de emergência, merchandasing, conteúdos dos folhetos, assessoria mediática, recepção aos media, entre muitas outras tarefas, nas quais se encontra a monitorização diária da blogosfera, não fosse a blogosfera um (novo) meio de comunicação/informação.

Nesta última não se pretende que os autores sejam obrigados a retirar os seus textos, mas esclarecer os seus autores sempre que existam factos que o justifiquem. Certo é que temos tido uma boa recepção e reposição da verdade, lembrando que esta não é pedida de forma pública, sendo essa uma decisão do autor.

Apesar da monitorização diária da blogosfera, gostaria sim de receber links para blogs que mencionem esta Instituição. Desta forma pretende-se que a população seja esclarecida, sempre que necessário. Também, caso seja seu desejo, podemos enviar-lhe links para blogs onde se demonstra a boa recepção do INEM no esclarecimento de factos.

Sobre o convite realizado para conhecer o INEM, alargamos o convite para que possa conhecer o Gabinete de Comunicação e Imagem e o trabalho realizado, onde teremos a oportunidade de lhe explicar a diferença entre comunicação e publicidade, marketing e promoção.

Não que seja relevante para este caso, mas apenas porque V. Exa. faz uma referência: o INEM não recebe um cêntimo de dinheiro dos impostos dos contribuintes. A totalidade da receita do INEM é obtida através das companhias de seguros, que transferem para o INEM 1% sobre os prémios de determinado tipo de seguros. Ainda assim, tal não diminui as responsabilidades do INEM em prestar um serviço dentro dos padrões de qualidade exigidos e de dar, como faz agora, as explicações devidas a V. Exa.

Como pedido, este foi o e-mail enviado:

Cara Luz,

Teve o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) acesso ao texto "ora…" que publicou no seu blog, com o endereço www.descobrialuz.blogs.sapo.pt

Nesse texto, critica a operação de socorro que envolveu o INEM num acidente em Vila do Conde, do qual resultaram quatro feridos. Conta que “saíram várias viaturas médicas do INEM, até a VIC (Viatura de Intervenção em Catástrofe), que entretanto deve ter recolhido à base para não fazer a triste figura que fez no acidente da A23”. Conta também que “depois de percorrerem cento e muitos quilómetros (a VIC é lenta por ser muito pesada), (...) surpresa das surpresas já não era necessário!!!”. Confessa que gostaria de ver a presença da Comunicação Social no local para que este facto que entende ser o verdadeiro, fosse noticiado. Ironiza: “o INEM não gosta de marketing?”.

A verdade é que a VIC foi accionada e, a caminho ao local da ocorrência, foi desactivada por não existir necessidade da sua intervenção. Existiam apenas quatro feridos, vítimas essas que receberiam o socorro adequado com os meios que se encontravam a caminho/no local. A existência de quatro feridos, como certamente concordará, não justifica a intervenção da VIC, destinada a cenários de catástrofe e multi-vítimas, como o acidente ocorrido na A23.

Também, a VIC não percorreu “cento e muitos quilómetros”, pois do Porto a Vila do Conde, verifica-se uma distância de 35 Km, 30 dos quais em auto-estrada.

Sobre o acidente na A23, informo que a operação de socorro foi um sucesso, inclusive elogiada pelo Sr. Presidente da República o que, apesar dos números resultantes, se tornou gratificante, pois o INEM operou de forma notável. Assim, não entendemos o que quer dizer com “para não fazer a triste figura que fez no acidente da A23”.

(continua)
De INEM a 16 de Novembro de 2007 às 12:45
(continuação)

O INEM tem um Gabinete de Comunicação e Imagem (GCI) que trata de diversos assuntos, entre os quais a assessoria mediática, da informação e da imagem transmitida à população, gabinete esse composto por pessoas que procuram transmitir sempre a informação verdadeira, mesmo que essa às vezes possa não ser a mais favorável, mas é a real. Como imagina, o GCI não tem poderes para accionar meios, pois esse é um trabalho que compete às equipas presentes num dos quatro Centros de Orientação de Doentes Urgentes (CODU). Como tal, jamais, em momento algum desde a existência do INEM, foi accionado um meio de emergência para que pudesse “brilhar”. Os meios de emergência do INEM são accionados, única e exclusivamente, quando as ocorrências assim o exigem.

Temos todo o gosto em convidar V. Exa. a vir passar um ou mais turnos com as equipas do INEM em datas que lhe forem oportunas. Pensamos que será uma excelente oportunidade para ver pessoalmente a forma de trabalhar do INEM e dos seus profissionais. Seria para este Instituto uma grande satisfação que aceitasse este convite.

Esperando ter respondido ao texto por V. Exa. formulado, e continuando à disposição para qualquer esclarecimento adicional, expressamos a total disponibilidade do INEM para prestar assistência a pessoas que necessitem de cuidados de emergência médica pré-hospitalar.

Melhores cumprimentos,

Ana F. S. Ros

Gabinete de Comunicação e Imagem
Instituto Nacional de Emergência Médica
Rua Almirante Barroso, 36 / 1000-013 Lisboa – Portugal
Tel. + 351 213 508 108 / Fax. + 351 213 508 183
e-mail: ana.ros@inem.pt
Internet: www.inem.pt

De Luz a 17 de Novembro de 2007 às 16:15
Cara Ana,

De facto o meu endereço de e-mail é o que indicou mas não tenho qualquer e-mail seu, facto esse que ficou resolvido ao coloca-lo aqui.
Independentemente da extensão do texto parece-me importante que os restantes leitores tenham acesso a ele por forma a que eu não seja a única a ler a vossa versão. Vocês têm direito a ela, como tal parece-me ser este o lugar certo.
Claro que não me obrigariam a retirar o texto, isso só poderia acontecer por via judicial e a minha decisão é mantê-lo pelo menos para já e enquanto continuar a pensar exactamente da mesma forma.
Não tenho qualquer desejo que me forneça link´s de blogs onde houve boa recepção ao esclarecimento dos factos porque eu não me vou convencer só por ver que outros se convenceram , e não será fácil isso acontecer porque eu tenho uma visão muito clara e no meu ver fundamentada em relação a esse Instituto.
Agora, em relação ao facto de o INEM não receber um cêntimo de dinheiro dos impostos dos contribuintes... por favor não insulte a minha inteligência e dos restantes leitores!!
O dinheiro dos impostos dos contribuintes vão para os cofres do estado e o INEM não sobrevive apenas do dito 1% dos prémios de determinados seguros.
Todos os anos, todos os Institutos estatais onde está compreendido o INEM e muitos outros, recebe do estado uma verba para que possam sobreviver. Inclusive vocês sem autorização do Ministério não podem ter a contrato ou nos quadros funcionários, porque o valor dos ordenados é pago pelo estado, ou melhor pelo INEM mas reembolsado pelo estado. Para que possam contratar sem autorização do Ministério têm de manter os funcionários a recibos verdes ou por empresas de contratação (outsourcing e/ou trabalho temporário).
Este mesmo fenómeno acontece na aquisição de viaturas por exemplo e etc etc etc .
Para onde vai então o dinheiro dos impostos dos contribuintes inclusive o seu)? Para os cofres do estado!
De onde sai o dinheiro utilizado anualmente pelo ministérios? Dos cofres do estado!
De onde sai o dinheiro para o INEM? Dos ministérios!
Ora então do que sobrevive o INEM? Do dinheiro dos contribuintes!!
Ora quanto a factos não há argumentos mas se ainda assim quiser argumentar o mais que lhe poderei fazer é mostrar-lhe, na medida do permitido, como funcionam as verbas para cada Instituto.
Quanto ao seu amável convite para passar um ou mais turnos com as equipas do INEM, lamento mas terei de declinar, pois vai contra os meus princípios. Sendo uma pessoa preocupada com o destino do dinheiro dos cofres do estado, não teria sentido estar a originar um gasto, pois mais uma pessoa numa ambulância vai gerar mais peso, logo gerar mais gasto de combustível. Por outro lado se os senhores não têm os 3 elementos na tripulação como seria suposto, escusam de ter um terceiro elemento convidado. E já agora como não transportam os acompanhantes de quem socorrem, normalmente com a desculpa de que o seguro não cobre, não me parece que ele vá cobrir se transportarem alguém que está lá apenas para ver como funcionam. E claro que se afinal o seguro cobrir todas as despesas inerentes à minha pessoa caso durante num desses turnos tenhamos um acidente, então também cobre se for lá um acompanhantes, e aí deixa de haver razão para não o transportarem , mas isso já é outro assunto. Por tudo isto, lamento mas não posso aceitar o vosso convite.
Quanto ao post em si, acho que não o compreendeu na integra, eu não critico a operação de socorro que envolveu o INEM num acidente em Vila do Conde, mas sim a operação da A23 .

É óbvio que 4 vítimas não justifica a presença da VIC em Vila do Conde e por isso eu digo no post "(...)VIC (Viatura de Intervenção em Catástrofe), que entretanto deve ter recolhido à base para não fazer a triste figura que fez no acidente da A23 (...)" e digo isto porque para o acidente de Vila do Conde a VIC nem tinha justificação para sair. No acidente da A23 , foram tantos km até lá (cento e muitos tal como indico no post ), que para quem testemunhou soou a ridículo. Parece-me importante ler novamente o post , todos o que o comentaram o perceberam, a Sra. é que não! Para a Sra. e o gabinete de comunicação e imagem a que pertence poderem esclarecer-me seja o que for terá primeiro que entender o que está escrito.
(continua)
De Luz a 17 de Novembro de 2007 às 16:16
(continuação)

Quanto ao último parágrafo do seu e-mail:
Não me esclareceu grande coisa porque continua a dizer que critico a intervenção no acidente de Vila do Conde e o que critiquei foi a intervenção na A23 por inúmeras razões que se depois de tudo o que escrevi ainda estiver disposta dir-lhe-ei com todo o gosto.
Agradeço estar à disposição para esclarecimentos adicionais, mas acho que não os pretendo, pois então não iríamos sair daqui, porque eu começaria a questionar porque razão o INEM não tem qualquer consideração pelas pessoas, chamadas cidadão comum, porque razão muitos dos vossos operadores do CODU destrata quem telefona, podia perguntar por que têm, muito em particular na VMER de Lisboa, tripulantes que depois de 17 anos (?!!) saem com uma mão à frente outra atrás, serviram durante 17 anos a recibos verdes com nenhum ou quase nenhum aumento na sua remuneração ao longo desses anos e porque em Março ainda estão a receber os ordenados de Janeiro...
Nunca mais daqui sairíamos . Estas minha questões não se aplicam apenas ao INEM, mas sim a ene entidades patronais. É a tristeza laboral que se vive neste país, neste Mundo.
Fico também à sua disposição como já manifestei neste comentário, para lhe explicar tanto quanto o outro lado, o lado de quem aprova as verbas e as distribui e tudo o que lhe está inerente. O lado de lá da sua visão, porque a sua visão é sem tirar nem pôr a de quem é paga para defender e levar a bom porto ideias menos boas dessa Instituição. Já viu a quantidade de coisas que possivelmente o cidadão comum desconhece e por vezes até os próprios trabalhadores?

Cumprimentos

Luz


De INEM a 19 de Novembro de 2007 às 14:17
Cara Luz,

Sobre a sua resposta, somos a informar:

1. Os links aos blogs para que pudesse V. Exa. verificar a boa recepção do INEM na blogosfera, serviria apenas para isso mesmo e foi apenas consequência da sua oferta: “eu dou-lhe mais uns links onde se fala mal do INEM para facilitar o seu trabalho”.

2. Não pretende o INEM “convencê-la”, mas sim mostrar-lhe que poderá não ter razão e, por isso mesmo, o convite para conhecer o INEM, pois não há nada como ver com os próprios olhos.

3. Insistimos: o INEM não recebe um cêntimo dos impostos dos contribuintes e, acima de tudo, o INEM é uma Instituição séria e, como tal, não insulta aos autores dos blogs e seus leitores. Efectivamente, e por muito que lhe custe a acreditar, a receita do INEM é constituída exclusivamente por dinheiro relativo aos prémios dos seguros. Sugerimos que verifique o orçamento de Estado.

4. Lamentamos que o convite por nós realizado vá contra os seus princípios e que a sua preocupação no que se refere aos gastos do INEM não lhe permita conhecer uma realidade que, claramente, desconhece.

5. O comentário “mais uma pessoa numa ambulância vai gerar mais peso, logo gerar mais gasto de combustível” é jocoso e realmente impertinente quando uma Instituição se esforça por esclarecê-la (e não convencê-la).

6. Sobre os 3 elementos na tripulação “como seria suposto”, lamentamos informá-la que V. Exa. se encontra desactualizada. Queira por favor verificar em http://www.inem.min-saude.pt/document/468473/487628.pdf o Regulamento do Transporte de Doentes, onde poderá verificar que a tripulação das ambulâncias de socorro é constituída por dois elementos.

7. O seguro, sendo V. Exa. uma cidadã preocupada com gastos financeiros, como naturalmente compreende, teria de ficar por sua conta, como aliás acontece com todos os cidadãos que querem conhecer o INEM “por dentro”.

8. Sobre o acidente de Vila do Conde, sobre o acidente da A23, sobre o seu desejo em não receber mais esclarecimentos por parte do INEM e sobre as suas críticas, visto que não são construtivas, mas sim destrutivas, jocosas e insultuosas, o INEM dá por concluída a troca de palavras com V. Exa., visto que insiste numa obstinação infundada, e pior: infundada por desejo próprio.

Melhores cumprimentos,

Ana F. S. Ros
Gabinete de Comunicação e Imagem
Instituto Nacional de Emergência Médica
Rua Almirante Barroso, 36 / 1000-013 Lisboa – Portugal
Tel. + 351 213 508 108 / Fax. + 351 213 508 183
e-mail: ana.ros@inem.pt
Internet: www.inem.pt
De Luz a 19 de Novembro de 2007 às 18:54
Mais uma vez não entendeu o que escrevi...

Vou começar pelo fim, pelo seu ponto 8:
Insulto = injúria, ofensa
Ironia = Figura de estilo que veicula um significado contrário daquele que deriva da interpretação literal do enunciado
Eu não insultei ninguém, reveja o que escrevi e aponte uma palavra de insulto. Se chama insulto à ironia o melhor é rever o seu dicionário.

Ponto 7:
Quem disse que eu não conheço? Não entendeu nada pois não? Como é possível...
Quanto ao seguro acho bem, aí tem toda a razão em ficar por minha conta, é correctíssimo! Ainda assim pergunto: Quem vos visita faz seguro? São avisados? ou poderão ter uma triste surpresa? É que mesmo para os vossos tripulantes o vosso seguro não cobre ene coisas, esse assunto dava um post.

Ponto 6:
Sim, mas está a esquecer-se de escrever que antes de sair a portaria já vocês andavam apenas com 2 tripulantes. O esquecimento é assim, um problema!

Ponto 5:
O que ainda não entendeu é que eu tenho esclarecimento a mais...

Ponto 4:
Sugiro que se dê um ao trabalho de ler um bocadinho mais sobre mim, aposto que vai reformular a frase do seu ponto 4.

Ponto 3:
Insisto que leia mais sobre mim (já estou farta de escrever esta frase). Eu não preciso de consultar o orçamento...

Ponto 2:
Para quê voltar a dizer que não preciso de conhecer o que já conheço...

Ponto 1:
Já lhe deram este para se entreter (http://o-renascer-das-cinzas.blogspot.com/)

Conclusão:
Disse estar ao dispor para esclarecimentos, pedi alguns mas não respondeu a nenhum!
Das duas uma ou a Sra é muito bem paga para não ver ou não sabe onde trabalha!
De paulo.20006@gmail.com a 18 de Novembro de 2007 às 11:48
Olá Luz, estou vendo que não só sou eu na blog-esfera que diz as verdades sobre o INEM. E esta provado que eles não gostam de ver escritas as verdades do sistema que eles criaram sobre falsos pilares.

Concordo plenamente com o teu artigo, a VIC somente foi accionada simplesmente para obter impacto visual na comunicação social, ninguém com algum conhecimento de emergência acciona meios de socorro para um acidente de viação com mais de 100 Km do local, principalmente a VIC, porque depois temo um acidente como o da A 23, onde vitimas demoraram horas para serem evacuadas, morrendo posteriormente nos hospitais, o tempo é um factor importante, existe a hora de ouro, que no INEM tanto fala nas suas formações e na pratica é o primeiro a não cumprir.

Em relação aos assessores de imprensa do INEM, gostava de ver comentados alguns artigos no meu Blog pelos os senhores,
Olá Luz, estou vendo que não só sou eu na blog-esfera que diz as verdades sobre o INEM. E esta provado que eles não gostam de ver escritas as verdades do sistema que eles criaram sobre falsos pilares.

Concordo plenamente com o teu artigo, a VIC somente foi accionada simplesmente para obter impacto visual na comunicação social, ninguém com algum conhecimento de emergência acciona meios de socorro para um acidente de viação com mais de 100 Km do local, principalmente a VIC, porque depois temo um acidente como o da A 23, onde vitimas demoraram horas para serem evacuadas, morrendo posteriormente nos hospitais, o tempo é um factor importante, existe a hora de ouro, que no INEM tanto fala nas suas formações e na pratica é o primeiro a não cumprir.

Em relação aos assessores de imprensa do INEM, gostava de ver comentados alguns artigos no meu Blog pelos os senhores,

http://o-renascer-das-cinzas.blogspot.com/
/
De INEM a 19 de Novembro de 2007 às 14:32
Exmo. Senhor "Visão Global",

informo que o INEM não se importa de ver as "verdades escritas", mesmo que sejam desfavoráveis à Instituição. O importante é que correspondam de facto à verdade.

Novamente, o INEM não acciona meios de emergência para obter impacto junto da Comunicação Social. Bem vistas as coisas, se o objectivo fosse obter impacto, o INEM não escolheria um meio de emergência praticamente desconhecido pela população, que é a VIC, mas sim outros que pudessem fazer o "brilharete" que se supõe.

Sobre as suas acusações que envolvem a temática "hora de ouro", da mesma forma que à autora deste blog, fazemos-lhe o convite para conhecer o INEM, caso seja seu desejo.

Sobre a sua solicitação para que o Gabinete de Comunicação e Imagem comente os artigos de sua autoria, teremos todo o gosto em fazê-lo. Para tal, pedimos-lhe que envie um e-mail para o endereço abaixo indicado, identificando-se e enviando link aos textos que gostaria de ver comentados.

Melhores cumprimentos,

Ana F. S. Ros
Gabinete de Comunicação e Imagem
Instituto Nacional de Emergência Médica
Rua Almirante Barroso, 36 / 1000-013 Lisboa – Portugal
Tel. + 351 213 508 108 / Fax. + 351 213 508 183
e-mail: ana.ros@inem.pt
Internet: www.inem.pt
De Luz a 19 de Novembro de 2007 às 18:59
(Aiiiiii!!!!!!
Calma Luz respira fundo...)

Sra Ana está a ver por que sou irónica?

Eu explico:
Se tivesse perdido 5 minutos do seu tempo, já saberia quem era o comentador Visão Global e como tal jamais o convidaria para conhecer o INEM!!!! Não conhece ele outra realidade!!!!!!!

Antes de comentar leia Sra Ana, leia...

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