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Quarta-feira, 16 de Janeiro de 2008

Há razões que a razão desconhece

O que leva um homem a viver junto com uma mulher numa casa que é dele, já era dele, quando:

- Não têm filhos;
- Passam a vida a discutir;
- Ele dorme no sofá para não dormir com ela na cama;
- Ele já lhe disse que já não sente absolutamente nada por ela; (muito por culta de tantas cenas que ela lhe faz, no meu ver)
- Ele já lhe pediu para sair da casa dele;
- Chegou a um ponto tal que nem amigos conseguem ser...

Porquê?

Ele preocupado com o que os outros pensam não a põe na rua, porque ela é menina para ficar à porta do prédio sem sair de lá. É mesmo!

Por muito amigos que sejamos, já lá vão mais de 20 anos, eu não o consigo entender. Eu não tenho a bondade dele.
Não prescindiria da minha caminha, não me ralava minimamente com o que os vizinhos pensavam.
A verdade é que ele não consegue estar na própria casa, não consegue lá levar ninguém porque ela faz cenas muito tristes. E escusado será dizer que ele não consegue refazer a vida dele.

Mas o que ainda mais confusão me faz é o facto de haver mulheres assim, sem o mínimo de amor-próprio. Que marram que não saem da porta do prédio porque são umas pobres coitadas abandonadas. Que fazem coisas perfeitamente injustificáveis e que não se tocam e vêem as figuras tristes que estão a fazer. Ela é daquelas que diz não é meu não é de mais ninguém e que se suicida...Gabo a paciência dele, eu não a tenho. Mas já não sei o que dizer, pois parece que "todos nós te avisamos" não será a melhor frase numa altura destas.

Nesta altura do campeonato acho que já nada há a fazer a não ser esperar que ele chegue ao limite da paciência ou que se apaixone por outra de tal modo que resolva o assunto de vez.

Eu já me dei ao trabalho de falar com ela diversas vezes, senti-me no direito de o fazer a partir do momento em que ela fez umas das suas cenas à minha frente e do meu marido. Disse-lhe que como mulher não entendia como ela podia não te amor-próprio e que realmente ele é muito bonzinho, porque se ela me dissesse que se ia suicidar eu perguntar-lhe-ia se não podia ser já para não ter de a ouvir mais.
Ok, realmente quando deixo de ter respeito pelas pessoas digo coisas pouco simpáticas. Mas se nem como mulher a entendo como irá algum homem entender?
Por Luz às 09:44
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13 comentários:
De jocasipe a 16 de Janeiro de 2008 às 10:24
Passei por uma situação com alguns traços similares. A grande diferença era a existência de uma criança, o que muda tudo. Eu também tenho um feitio tolerante, vou chamar-lhe assim, mas, tal como os copos, quando está cheio derrama. E eu derramei, talvez tarde de mais, não sei.
Mas que é uma situação chata, sem dúvida.
(PS - o gone baby gone é um filme belíssimo , mas também não gostei do final, naturalmente...)
Abraço.
De Luz a 16 de Janeiro de 2008 às 10:33
Claro que sim, quando há filhos é completamente diferente, não poderia estar mais de acordo contigo. Acho que por neste caso não haver (felizmente) tenho tanta dificuldade em compreender o porquê.

É excelente, nada é o que parece ser, mas fiquei mesmo triste com o fim... É uma situação complicada e por ser mãe até posso ser criticada, mas eu guardaria o segredo a 20 chaves (costumam ser só 7...). Isso pode levar a outras questões, como alguém poderá achar que não sou boa mãe e fazer o mesmo, mas acredito que se entende que digo isto por ser uma situação extrema. Aquela mãe era tudo menos uma mãe...
De jocasipe a 16 de Janeiro de 2008 às 10:48
Não posso deixar de concordar, naturalmente. O que retive mais do filme, é que é melhor não prometer certas coisas... Creio que o detective (Casey Affleck) irá viver eternamente com um grande sentido de culpa por ter cumprido a promessa de encontrar e devolver a miuda... Nota-se pelo seu "facius" no final do filme. Aquilo não é uma mãe...

Eu, quando me divorciei lutei com tudo o que podia para ficar com o meu filho. Contra tudo e contra todos consegui-o! E, sei que tu o sabes, não há nada melhor no mundo que o(s) nosso(s) filhos!
De Luz a 16 de Janeiro de 2008 às 11:16
Não poderia estar mais de acordo contigo!
E parabéns por essa luta, pois embora mãe, embora mulher tenho consciência de que há mães e mães, há mulheres e mulheres.
Um homem que conheço passou pela atrocidade (pensava eu) de a mulher sair de casa com o filho de 3 meses. E como se não bastasse ainda lhe disse que como já tinha o filho já era fácil conseguir a legalização.
Quando lhe questionei porque não lutava pela guarda do filho, eu lutaria de certeza, ele respondeu "deixa lá, as crianças devem estar com as mães". Eu que o conheço faz tempo respondi-lhe "pois tens razão, com ele tinhas de deixar a vida boémia".

Conclui que o que eu achava atrocidade afinal não era, porque há homens e homens, há pais e pais!

É bom saber que há pais como tu!

Nós não sabemos o dia de amanhã, mas acredito piamente que se o meu marido e eu nos separássemos (Deus queira que não), a guarda conjunta seria a única opção possível. Mas sei que digo isto pela amizade que nos une (para além do amor), mesmo nas nossas "discussões" saudáveis como casal a nossa amizade prevalece, o que faz com que seja fácil colocar os interesses no nosso filho acima dos nossos. Mas infelizmente isto não é uma prática comum a todos.
De jocasipe a 16 de Janeiro de 2008 às 11:38
Obrigado pelas palavras. É frequente ouvi-las das pessoas que me conhecem. Não conheço muitos pais que tenham feito o que fiz.
É verdade que à pais e pais, mas também mães e mães. Eu nunca tive dúvidas que o meu filho estaria melhor comigo que com a mãe, e posteriormente ele quis ir viver com ela... Foi um golpe duro, mas como já tinha 13 anos tive que aceitar... Aos 14 (6 meses depois) já tinha regressado. A mãe queria-o pois temia o que as pessoas pensariam dela, que tinha deixado o filho com o pai...
O meu interesse era o superior interesse dele, e se considerasse que estaria melhor com a mãe seria o primeiro a dizer-lhe para ir.
Já agora apresento-to: http://www.blogger.com/profile/14522024167010216813
Abraço.
De Luz a 16 de Janeiro de 2008 às 11:53
Já o conhecia. Ele deixou um comentário no teu blogue e "reconheci" pelo nome.

Como filha de pais divorciados, posso dizer-te que o que ele fez é normalíssimo. Mas deve custar muito de facto. Hoje entendo isso.
Para nós passa a ser um "mito". Eu sempre vivi com a minha mãe e precisamente com a idade do teu filho quis viver com o meu pai. Eu não tinha nem tenho recordação deles juntos. Só tinha 3 anos quando se separaram. Demorei menos de uma semana a regressar, ele próprio se encarregou disso. Desfiz o mito!
Mas se por um lado deves ter sofrido, por outro acredito que hoje consigas ver que de certa forma foi bom (acho eu) na medida em que sabes que ele está aí não porque te deram a guarda dele mas porque te ama e porque é contigo que se sente bem.
De jocasipe a 16 de Janeiro de 2008 às 12:18
É bem verdade sim. Custou deixa-lo ir, mas foi imensamente saboroso o seu regresso. Acho que ele próprio tinha a necessidade de ir saber como era viver com a mãe. É como dizes, desfez-se o "mito". Hoje tenho do o "por fora de casa", para ir passar um fim de semana com a mãe.
De FÁTIMA LOPES a 16 de Janeiro de 2008 às 11:54
Cá estou eu de novo LUZ,

Para quem está a viver essa situação deve parecer que não tem solução, que as portas estão todas fechadas e não se consegue visualizar um final, seja ele bom ou mau.
Acontece que o deixa andar não é solução e um dia " A CASA VEM ABAIXO ".
Talvez um novo amor lhe dê coragem e a força necessária para colocar um END nesse filme.
Beijos
De Luz a 16 de Janeiro de 2008 às 14:24
Estás cá de novo e estás muito bem. Volta sempre!
É mesmo um filme...
Beijinho
De NaRiZiNHo a 16 de Janeiro de 2008 às 14:23

Ainda há mulheres assim????
Como é possível?
Estou como tu Luz, de facto não há palavras para descrever tal falta de auto-estima, amor proprio, sei lá mais o quê!!!
:-*
De Carrie a 16 de Janeiro de 2008 às 15:01
Conheço casos semelhantes... Mas eu acho que ELE é que não tem amor-próprio, deveria terminar com a situação e pronto, tentar ter uma vida nova... É claro que ela não muda essa situação porque está habituada a que ele faça tudo o que ela quer e a ser bonzinho. Se ele um dia a enfrentasse, as coisas mudariam. Mas claro que falar é fácil, só quem vive as situações é que sabe...
Beijinhos
De Luz a 16 de Janeiro de 2008 às 18:45
Bem-Vinda Carrie!

Sim, tens razão, ele já deveria ter resolvido faz tempo. Já algumas vezes lhe disse (naqueles dias de falta de paciência) que se não resolve também não se queixe, não há paciência.

Beijinho
De sonjita a 16 de Janeiro de 2008 às 22:27
É pena mas infelizmente existem pessoas assim... umas sem amor próprio, sem orgulho e com muita falta de bom senso... outras são conformistas e "deixam andar" apesar de sofrerem horrores com isso. Não percebo como alguém pode sentir-se bem em fazer o parceiro passar por tamanha situação por tanto tempo... com certeza que nenhum dos dos está feliz com a situação por isso custa-me perceber porquê continuar... mas enfim, cada um é como é...

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