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Quarta-feira, 16 de Janeiro de 2008

Castigos

Hoje o meu filho trouxe um castigo para fazer. Página e meia de palavras para fazer até ao fim da linha. Isto porque a professora queria acabar a aula e ele não se calava.

Pus-me a passar no tempo em que também trouxe trabalhos como castigos, de castigos que eu tomava como meus (já mais velha) mas disso já falei aqui. E não sei quantos anos depois concluo que não aprendi nada com eles. Como se pode achar que fazer palavrinhas até ao fim da linha, ditados, cópias e trabalhos são castigo? (Gosto da professora do meu filho, gosto mesmo. A frase anterior não é uma crítica mas uma constatação de facto)

Ainda à pouco a falar com a minha mãe ao telefone lhe disse que certos castigos são um erro. Não se consegue com eles o que se pretende. Que eu não tinha aprendido com os meus. Ela não demorou a dizer-me que há muita coisa que não aprendi. Ela refere-se ao meu feitio. É verdade há muita coisa que ela me tentou passar que eu não quis nem quero assimilar, vão contra ao que defendo. Ela até hoje não entende isso, tenho pena, mas não posso fazer nada... Sou assim e não quero mudar.

Bem, esta treta toda, para dizer que ele lá fez o castigo, mas é mais parecido com a mãezinha dele do que eu imaginava. Enquanto fazia repetiu vezes sem conta:
"Mandou-me trabalhos porque falei e acha que isto é castigo. isto é só mais um trabalho como os outros que faço todos os dias"

Disse-lhe que era um castigo porque era mais um trabalho que ele tinha de fazer em vez de estar a brincar, mas não o convenci. Nem podia! Eu mesma não acredito no que disse. Ele não aprendeu nada com aquilo.
Conversei com ele para não voltar a falar enquanto estiver na aula, porque não está atento e faz os outros não estarem, blá blá blá Coisa impossível de cumprir para uma criança de 6 anos. Mas ficou a tentativa.

Filho, és mesmo filho da tua mãezinha! O bom disso é que te entendo...
Por Luz às 17:24
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10 comentários:
De Carrie a 16 de Janeiro de 2008 às 20:42
Olá, e desde já obrigada pelos comentários. :D
Ok, ok, confesso, retirei a ideia da antipatia natural daqui (comentei há uns dias como Morgana, no post das amigas que não querem ouvir), mas quando eu reli algumas coisas daqui senti-as eu também, então resolvi utilizar também essa idea. Peço desculpa pelo "copianço", eheheh!

Ai, escola... Ainda sou do tempo que se levava reguadas na escola primária, e que tremi de pavor por 4 anos sempre que todas as manhãs ouvia a minha prof subir as escadas com os seus sapatinhos de tacão alto... E tenho 32 anos, mas ainda apanhei essa fase. E quando usava tranças (usei nesse tempo todo), e ala aproveitava a "ajuda natural" para as poder agarrar e bater melhor. Mas o mais engraçado é que nunca levei castigos desses para casa, pelo menos que me lembre...
Mas concordo, esse tipo de castigos não nos ensinam nada... Já o medo, embora não ensinasse, ao menos dele tinhamos respeitinho, lol.
Beijinhos :D
De Luz a 16 de Janeiro de 2008 às 20:48
Juro que desconfiei, mas como o IP não era o mesmo não tive onde me agarrar. Não tem mal nenhum copiares.

Pois eu não concordo com o medo. Os miúdos hoje são diferentes do que nós éramos, também não vão lá assim, pelo menos a maioria. No caso do meu, se ela lhe tivesse, por exemplo, tirado o recreio ele teria aprendido na certa.

Jinhos
De Carrie a 17 de Janeiro de 2008 às 01:18
Olá. Bem, eu também não concordo com o medo, vivi isso (até menos que alguns colegas meus), e é horrível esse sentimento. E durante 4 anos! Acho que passei os anos todos só para poder fugir dela, ehehe! Mas agora as coisas também já se descontrolaram, há alunos que não respeitam ninguem, não querem saber de nada, confesso que tenho até medo de imaginar como será com um futuro filho meu...
Jinhos
De Luz a 17 de Janeiro de 2008 às 08:20
Eu não penso exactamente assim. Tens razão quando dizes que hoje há muitos abusos. É um facto. Mas alunos mal comportados sempre houve. O que se passa é que agora são os próprios a criticarem as atitudes dos professores.
Na primária também me bateram, mas isso aconteceu que eu por vergonha não contava à minha mãe, até que um dia contei que ela me batia quando eu errava as contas (eu em miúda não era mal comportada, nunca fui, passei a ser mais tarde respondona, mal comportada nunca fui) O que aconteceu? A própria professora admitiu que o fazia e foi reformada compulsivamente.
Ora se há mais de 20 anos atrás a minha mãe não admitia que me tocassem pois nem ela nem o meu pai o faziam, como poderei eu admitir certas atitudes de certos professores?
Não posso!
O meu filho passou um mau bocado este ano. A professora dizia ser tudo em nome da disciplina (já era professora há 30 anos, ou seja, tinha a mentalidade do nosso tempo) sem nunca se aperceber que os conceitos mudam. Fiquei quieta até ter o meu filho "em segurança" e entretanto a história repetiu-se... Não me pesa nada na consciência!
Castigar sim, violência não admito, não posso, eu não a pratico!
A actual professora do meu filho castiga-o e eu acho muito bem. Ele não pode fazer só o que lhe apetece. Mas sei que ela é incapaz de lhes tocar. Já tem uma visão como a nossa e os miúdos respeitam-na.

O futuro do teu filho... Todos nós pensamos nisso. Mas em relação a isso apenas te posso dizer que o futuro do meu não passa pela violência da parte de professores, isso está provado.

Jinhos
De jocasipe a 16 de Janeiro de 2008 às 22:35
Perdoa-me, mas tenho que o escrever: A "menina tem cá um feitiozinho ... irra!"
Mas ok, aprecio pessoas com a tua frontalidade e coerência de raciocínio .
Já fui assim algum tempo, depois moldei-me... Sinais dos tempos? Estarei velho? Já não acredito que posso mudar o mundo, embora não me resigne.
De Luz a 17 de Janeiro de 2008 às 08:23
Só precisaria de te perdoar se estivesses a dizer alguma mentira, mas não é o caso. É verdade, tenho um feitio terrível e cada vez estou pior. Cada vez menos "moldada".

Obrigada. Eu também gosto de pessoas como eu, só é pena não encontrar tantas como desejaria. Parece que andam adormecidas. Fazem delas gato sapato e não reagem. Coisa estranha...
De sonjita a 16 de Janeiro de 2008 às 22:39
Também me lembro de castigos destes, de ter que repetir 100 vezes a mesma palavra por algum erro... ou então as famosas reguadas ui, até ardiam as mãos.. eu poucas apanhei mas via alguns colegas a apanhar diariamente...
No ensino tem que se ter muita estratégia... nem todos os castigos resultam da mesma forma com todas as pessoas!!!
De Luz a 17 de Janeiro de 2008 às 08:28
É verdade. Compreendo que não se saiba de cor e salteado numa turma com tantos alunos qual é o castigo que funciona melhor neste e naquele.
Sei que para ele seria não ir ao recreio porque sou mãe dele e ele é só um, é fácil! Mas também não sou menina para dizer à professora qual é o castigo que melhor funciona ;))) se bem que algumas mães fariam. Conversei com ele e acho que basta porque ele é um miúdo fácil, até ver... Se continuar a sair à mãezinha, piora com o tempo.

Jinhos
De _SunFlower_ a 17 de Janeiro de 2008 às 01:31
hehehe por acaso acho que nunca trouxe um castigo desses, pelo menos que me lembre, mas era bastante faladora. O que me lembro foi de um dia ter sido mandada para a rua, já no pré-secundário, e ter ficado em choque. LOLOL
De Luz a 17 de Janeiro de 2008 às 08:34
Olá SunFlower!
Faz tempo que não te "via" por cá.

Oh pá eu nunca soube o que era isso! Fui várias vezes para a rua mas nunca por me terem mandado, era mesmo por achar injusto, como o exemplo de que fala no post antigo que deixei linkado. Eu falava com alguém, a professora por embirrar mandava o alguém em vez de me mandar a mim e eu ia também... Há professores muito injustos, que só por não gostarem tanto de um aluno, ou porque as notas são inferiores, os fazem pagar por coisas que não fizeram. Sempre marrei com essa atitude... Ainda hoje!

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