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Quinta-feira, 14 de Fevereiro de 2008

Não deveriam ser eles a escolher?

Eu sou a mãe biológica do meu filho e o pai o pai biológico, mas vamos imaginar que não éramos ...

 

Gostava que lhe perguntassem o que ele pensava se agora, com a idade da Esmeralda, deixasse de estar connosco para ter outros pseudo-pais. Eu sei a resposta!

 

Para o meu filho e como para muitas outras crianças da idade dele, os pais são pais. Não existe para eles a diferença do biológico e do afectivo. Na idades deles os que contam são, sem dúvida alguma, os afectivos.

 

Agora que já imaginamos isto com o meu filho, biológico e afectivo, gostaria que imaginassem o mesmo com "isto".

 

Para esta criança quem são os pais? Quem esteve com ela quando esteve doente, quando chorou, quando nasceu o primeiro dente, quando deu o primeiro passo, quando teve o seu primeiro dia de escola, quando ficou contente, quando ficou feliz, quando ficou triste, quando ficou infeliz, quando se magoou, quando quer brincar, quando quer um beijo, um abraço ou um carinho, quem passou noites sem dormir...

 

Um pai que ame o seu filho quer que ele seja feliz, não importa onde nem com quem. Impor que a felicidade tenha de ser com ele, ele que nunca viveu com ela, não é ser pai, não é amar. É ser egoísta . É não amar!

 

Para quando se deixarem de hipocrisias e finalmente se preocuparem efectivamente com as crianças e não com os caprichos dos adultos?

 

Não me parece importante o que o pai biológico sente ou o que sentem os pais afectivos. Já alguém se deu ao trabalho de saber o que sente esta criança?

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Por Luz às 08:34
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18 comentários:
De jocasipe a 14 de Fevereiro de 2008 às 09:28
Confesso que este caso me deixa com "comichões"! Como sou pai biológico, mas também pai de adopção, talvez tenha uma visão algo periférica do assunto. Ponto 1: Os pais que acolheram o processo procederam erradamente desde o 1º dia, daí a situação que hoje se vive. 2º - As Leis são para cumprir, e quem não as cumpriu foram os pais de adopção. 3º O superior interesse da criança deveria ter motivado uma outra decisão judicial, mas tal seria contra a legislação actual! >Enfim, um imbróglio em que a única vitima se chama Esmeralda.
De Luz a 14 de Fevereiro de 2008 às 09:48
Mas para quê fazer tanto mal a uma criança por causa de uma treta que não foi ela a fazer? Não foi a Esmeralda que errou mas é a Esmeralda que sofre.
Dizes que a lei é para cumprir. Dizes muito bem, pena é todos sabermos que se isto acontecesse com certas pessoas a lei passava a ser apenas algo que não se cumpre mas que se contorna...

Beijo
De Miss T a 14 de Fevereiro de 2008 às 12:55
Tenho muita pena dessa criança, deve sofrer imenso =/
De sonjita a 14 de Fevereiro de 2008 às 14:31
São casos e situações muito delicadas e que devem ser muito bem pensadas. Na minha opinião a Esmeralda deveria ficar com os pais adoptivos porque, tal como tu disseste, foram eles que deram amor e que cuidaram.. e afinal de contas a mãe biológica entregou-a a eles e inicialmente o pai biológico não quis saber dela. Agora cada caso é um caso... imagina a situação (isto é um grande filme mas até pode acontecer). Imagina que tinhas encontrado o teu filho... adoptavas-lo e criavas-lo como teu, com todo amor e carinho. Passados uns anos os pais verdadeiros procuravam-no e vinha-se a descobrir que a criança não tinha sido abandonada por eles mas sim por alguém que por vingança lhes raptou o filho. Tu ganhaste amor ao miudo e ele a ti... mas achas justo privar os pais biológicos do seu filho? Pais que viveram alguns anos no tormento de uma procura? Bem, já estou aqui a fazer uma grande novela hi hi hi mas é um caso bicudo, bem lixadinho!
BJoka
De sonjita a 14 de Fevereiro de 2008 às 14:35
Sim senhor... o dilema de há dias não é o de hoje... hoje vai-se comer um salteado no tacho à moda da boneca da Luz.
BJoka
De sonjita a 14 de Fevereiro de 2008 às 15:11
Pois, realmente não podias ficar com ele... não é o mesmo que encontrar ugatinho :) Bem, mas tu percebeste a ideia.
Quanto ao desafio tem que ser mesmo do que gostas, coisas que gostas muito.
BJoka
De Zizas a 14 de Fevereiro de 2008 às 19:31
mais palavras para que, todos erraram e quem vai sofrer sempre é a criança, agora ou depois, acho que também não será muito feliz quando mais tarde tomar consciência desta história toda, e será que se ficar com os pais adoptivos ou irá perdoar por não lhe ter sido permitido viver com o verdadeiro pai, ou será que nunca irá ser feliz se for agora viver com ele, é um infinito de serás, mas como a justiça existe e é para todos, acho que não deve haver excepções ou seria abrir precedentes que poderia ter causas graves mais tarde, sei lá...
De Dark Night Walker a 14 de Fevereiro de 2008 às 22:19
Sem querer ofender ninguém, pai (na verdadeira essência da palavra), para mim, não é aquele que tem laços sanguíneos com uma criança (até pode ter, mas não é essa a questão). Um pai é aquele que desempenha o papel de um pai, mais nada.

As pessoas não se possuem umas às outras, um filho não é uma posse de um pai! Todos os Homens são livres, a miúda não é obrigada a viver com um senhor (que lhe chamam pai) apenas porque foi quem a criou! É absurdo! Nem compreendo sequer se é possível haver algum interesse da criança em viver com o pai biológico.

Eu, se hoje me dissessem que era adoptado, apenas queria conhecer o meu pai biológico pelo simples facto de o conhecer, nada mais. O meu pai é aquele que me criou, que me deu (ou não deu) afecto, mas foi ele que cuidou de mim, é ele o meu pai, é esta a minha definição de pai. O mesmo se pode dizer de uma mãe.

Quanto àquela coisa de perguntar à criança a vontade dela, não sei até que ponto é correcto, até que ponto não será uma violência para a própria criança, uma responsabilidade muito grande, um turbilhão de dúvidas e sentimentos que podem despertar.

Não consigo imaginar o que a Esmeralda está a passar... e penso que muito poucos de nós são realmente capazes.
De Dark Night Walker a 14 de Fevereiro de 2008 às 22:21
Não tem nada a ver com o teu post, mas acho mesmo piada à tua gata Tulu. :D

Um beijinho e força que o fim de semana está quase aí
De silentvoices a 14 de Fevereiro de 2008 às 22:43
Sabes, Luz... neste momento sei precisamente o que sente uma criança nesta situação... infelizmente. Em relação a estas situações, e porque infelizmente estou a viver uma parecida, é muito complicado explicar a uma criança de 5 ou 6 anos, que tem que "esquecer" tudo aquilo que passou e começar tudo de novo! Sabes eu podia escrever mais coisas, mas não quero. É demasiado pesado! Talvez um dia eu possa escrever e contar a minha história, mas para já é cedo... vou aguardar ter certezas, vou aguardar estabilidade... em fim vou aguardar não sei muito bem o quê? Agora fiquei... triste.
De silentvoices a 14 de Fevereiro de 2008 às 22:51
... vou só acrescentar mais uma coisa. As instituições do nosso País (tribunais, Segurança Social, etc ), ainda não sabem como tratar estas situações... Não quero com isto dizer que se desculpam certas decisões, mas sim que aprendam e rapidamente como lidar celeremente com questões desta Importância, sim importância , pois é de crianças e do seu futuro que estamos a falar! Não sei até que ponto é que estes casos deveriam estar entregues a "funcionários públicos" (que me desculpem os funcionários públicos conscientes), pois parece que não têm sensibilidade, só se preocupam com o horário de sair ... (mais uma vez peço desculpa, pois tenho conhecido os dois lados)
De joseph a 15 de Fevereiro de 2008 às 00:33
LUZ, querida amiga
Olá

Não vou comentar o teu post, nem o de ninguém, enquanto não me responderem a uma coisa:

-Há cerca de 5 anos, tinha a ESMERALDA 1 ano, o Tribunal ordenou ao Sargento que entregasse a menina ao pai biológico. O Sargento não o fez, foi preso e a mulher fugiu com a menina. Durante estes 5 anos, todos os afectos que o Sargento deu, teriam sido dados pelo pai. Sendo assim, a menina, agora, não poderia ouvir o nome do Sargento que ficava logo transtornada e sujeita a um possível stress pós-traumático???!!!....Em que ficamos?

Um militar, sobretudo um militar, não é obrigado a cumprir a sentença de um Tribunal?

(Há muita coisa nesta história que está muito mal contada..... A mãe deu ou vendeu a filha?)

Peço-te que não fiques aborrecida comigo, mas preciso de esclarecimentos a muitas coisas... para poder aceitar a razão do Sargento. Se me souberem explicar tim tim, por tim tim... eu comento como deve ser este caso.

Olhando agora para a LUZ a brincar na cozinha, o que eu me rebolo a rir....
Amo esta boneca.

Que o Dia de São Valentim tenha sido um dia feliz.

Jinhos muito amigos, com grande amizade.**
(Não zanga, faz favor...)
De andie a 15 de Fevereiro de 2008 às 10:44
Nisto,estou completamente de acordo,aliás a menina teria 8 meses, até, o que para um bebé não é assim tão traumático..Se é, tb não teriam entregue a outra menina ao casal de Penafiel, ou os laços emocionais são diferentes quando se é dada ao invés de raptada?
E eu,no lugar do biológico, faria o mesmo,ao desconfiar da paternidade...com aquela senhora de conduta duvidosa,quem me garantia que o filho fosse meu? E como nisto tudo, a saúde e a justiça social anda sempre bem distribuida, tb esperaria pelo desenrolar do processo de investigação de paternidade, ficando essa a cargo do estado, principalmente não tendo recursos financeiros para pagar uma análise dessas...E se pensarmos bem:
entre os três meses e os oito da menina, foi investigado a paternidade, e a sentença de decisão da guarda da menina saíu(a favor do biológico).
Quem roubou ou quer roubar a menina?
Para mim são os outros.
Aliás li, na Nova Gente, num artigo a favor dos outros e a dizer que a menina não consegue criar laços com o biológico, que a menina tinha pedido ao pai um guarda-chuva novo,pra quando fossem passear, e o pai levou.Ela muito atrapalhada, disse logo:"não, tens de me trazer quando vieres buscar e levar contigo..."
Porquê?
Porque todas as bonecas e prendas que deu o pai biológico à filha, os outros fizeram o "favor" de dar às crianças pobres...Ler isto magou-me a mim, pois sei quanto os meus filhos gostam de ter brinquedos novos, quanto mais terá magoado o pai?
Quem faz disto um circo mediático e vai pra televisão contar a sua versão?
Desculpa, o comprimento do comment, mas tinha de o dizer!
Vejam o outro lado!
Os laços biológicos por si só não valem nada, mas este pai já luta pela filha desde que sabe ser sua, desde bebé!
Quem manipula quem?
Jinhos!
De Luz a 15 de Fevereiro de 2008 às 11:00
Eu não agiria assim. Se por ventura tinhas dúvidas da paternidade não desaparecia simplesmente e depois logo se vê, nada disso. Aguardava calmamente que a criança nascesse e tratava do assunto, sem nunca o perder de vista. Mais, jamais me recusaria a comprar medicamente para a criança quando ela estava doente como ele fez tinha a bebé 1 mês (palavras dele numa entrevista televisiva). Eu não me recuso a comprar medicamentos a criança nenhuma muito menos a uma que poderia ser minha filha.
Agora, há uma coisa que tenho de dizer, é que não me apanhariam numa situação destas assim sem mais nem menos. Porquê? Porque se ele achava que a mãe da bebé tinha muitas relações e tinha uma conduta duvidosa é no mínimo um verdadeiro atrasado mental que nem precaução tomou!
Mas enfim a questão para mim nem passa por aí, foi só uma opinião, nem passa pelo erro dos pais afectivos, erraram de facto, mas o erro já está feito, a questão para mim é hoje, com a idade que a Esmeralda tem, finalmente alguém se dar ao trabalho de saber o que a Esmeralda quer. Isso aconteceria em vários países desenvolvidos. Portugal tem a mania de se intitular desenvolvido, mas na realidade não o é!
Sou filha de pais divorciados e toda a minha vida soube com quem queria viver, até mais pequena que a Esmeralda. Ela não saberá? Sabe com toda a certeza!

Jocas
De andie a 15 de Fevereiro de 2008 às 11:22
Sim, perspectivando a situação actual, deveria ser de facto a criança a escolher, se tiver maturidade e entendimento para tal, eu tb cresci com pais divorciados e separados,quase desde bebé, e não tenho laço algum com o meu pai, atá me sinto incomodada com os abraços que ele me dá quando me vê,pois para mim nada significa e não gosto de tanto contacto físico com quem nada me diz,entendes?
Dessa situação do medicamento, não sabia, mas classifico-a tal como o envolvimento com mãe da menina,sem precaução:pura estupidez!
Sabes, que nesses meios há muita incultura e libertinagem...
Agora, uma coisa é certa: a miúda um dia vai crescer, começar a perceber certas coisas, e pode ficar muito agradecida aos afectivos, mas em plena crise de adolescência, tb se pode revoltar contra eles...
Uma vida normal, é que será dificil de alcançar, mas deve haver outros tantos casos piores e mais confusos por aí...Destes casos, só tenho a dizer uma frase:" O que não me mata,só me pode tornar mais forte!" Espero que sim, que ela cresça forte e lutadora e saiba passar por cima desta EMBRULHADA toda!
Jinhos!
De Jorge Soares a 16 de Fevereiro de 2008 às 11:57
Olá

Sobre este assunto, então e se fizessemos a pergunta à menina que foi raptada no hospital de Penafiel? não acha que ela iria responder o mesmo? e nesse caso também acha que deveria ficar com a raptora? afinal ela é a unica mãe que conhece?

Agora imaginemos que a Esmeralda tenha sido comprada? hummm, sim, nisto tudo há muitas coisas por explicar, como por exemplo como é que um casal de Torres Vedras vai buscar uma criança a Castelo Branco? mas, voltemos a imaginar que a criança tinha sido comprada, também acha que lhe deveriam perguntar?

E já agora, eu tenho um filho adoptado, acha que no próximo que eu quiser adoptar também devo fazer como eles?, esqueço as leis, os processos, vou ali a um bairro qualquer e traigo uma criança para casa e passo a dizer que é minha filha?... se é assim de simples como foi para eles?, para que é que milhares de casais tem que esperar anos pela adopção?.... afinal, para este casal foi muito simples... e acha que o exemplo que eles estão ao dar ao fugir às ordens dos tribunias, ignorar as leis, os procedimentos, ignoram tudo o que seja contra eles, acha que é esse o caminho que devemos seguir neste país?

Jorge
http://oqueeojantar.blogs.sapo.pt
De Luz a 16 de Fevereiro de 2008 às 12:36
Olá Jorge.
Bem-Vindo.

Como eu disse em resposta a um comentário (está em cima), o que este casal fez não foi de todo o correcto.
Mas não nos podemos esquecer que cada caso é um caso, e neste específico, avaliando o passado, tudo o que aconteceu, um biológico que até medicamentos se recusou a comprar quando a filha com um mês estava doente (palavras dele), acho que sim, deveria ser a criança a escolher. Aliás era o que aconteceria em muitos países.

Agora como mãe, que sou, pergunto-lhe:
Se o meu filho fosse raptado, não com a idade que tem hoje pois já tem plena consciência de conceitos, afectos, significados, etc - tem quase 7 anos - mas em bebé, se eu o viesse encontrar com a idade que ele tem hoje já com os ditos conceitos, deixá-lo escolher não seria a maior prova de amor que eu lhe poderia dar? Amá-lo é impor-lhe os meus quereres?
Eu acho que não!!!
Se me disser que é preciso ser muito racional, ter muita clareza de pensamentos e muito espírito de sacrifício... Claro que sim!
De Jorge Soares a 16 de Fevereiro de 2008 às 18:11
Só li os comentarios depois de escrever o meu... as minhas desculpas pela repetição de ideias.

É verdade que cada caso é um caso, mas este caso senta uma série de precedentes e é um péssimo exemplo sobre o (mau) funcionamento de muitas coisas em Portugal.

Se as leis não são para cumprir, se as instituições não querem assumir o seu papel, se as ordens dos tribunais não são para cumprir...então, declare-se a anarquia de uma vez.

Há uma coisa que eu aprendi há muito tempo, só sabemos como vamos reagir ante uma situação quando estamos a passar por ela.. portanto, na situação que descreve, eu não faço a menor ideia de como reagiria, mas tenho dois filhos, e lutaria por eles até à morte....

Jorge

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