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Segunda-feira, 26 de Fevereiro de 2007

Polémico...

Artigo no Sindicato dos Enfermeiros

As Piorias da Assistência do INEM a Situações de Emergência

17-Jan-2007

"Diz o Ministro da Saúde que o fecho das maternidades melhorou a assistência às grávidas... Os bombeiros agradecem porque passaram a ter uma utilidade que não esperavam: viraram parteiros.

Com uma frequência previsível, as mulheres passaram a parir nas ambulâncias e os bombeiros passaram a ser parteiros de circunstância, com direito a fotografia e grandes parangonas nos jornais. As crianças nascidas desta forma já vêm baptizadas e tudo, para aparecerem nos órgãos de comunicação social. As parteiras de Matosinhos (lá está o Hospital Pedro Hispano em destaque, ao contrário), ensinam a sua arte aos bombeiros com as bênçãos do INEM. E os dinheiros da EU para a formação vão parar aos bolsos de perigosos gananciosos que se dedicam a criar ratoeiras como esta dos parteiros, para o povo sofredor cair nelas.

O relato publicitário é feito à volta dos fins de história (gravidez) felizes; os que terminam mal não são noticiados. Entram no capítulo dos azares e não são notícia de interesse.

Há uma associação de parteiras que vive placidamente calada sem dar um suspiro de tristeza perante tamanha desautorização e atropelo das suas competências. Sentem-se realizadas no seu estatuto para onde foram sendo empurradas pelos médicos da área; o Dr. Miguel Leão da Ordem dos Médicos pode limpar as mãos à parede pela êxito da sua cruzada de mal fazer, aquando duma experiência de reabilitação das parteiras, no parto normal e natural, que é da sua exclusiva competência, abusivamente desviado para a indústria médica, pelos médicos que, por via da pílula, viram baixar o negócio, passando a absorver os partos normais, depois de os complexificarem. E o povo sofre os enganos. A Ordem dos Enfermeiros colabora fazendo inquéritos inconclusivos de tamanhas irregularidades.

Como se a História das parteiras não bastasse ao INEM, para humilhar a Enfermagem, vem aí outro assalto às competências dos enfermeiros, formando curandeiros para distribuir pelas ambulâncias.

Há dias, assistimos à tragédia, que alertou o povo, de um sinistrado levar 7 ou 8 horas a chegar ao ponto de socorro útil. A falta anunciada era na área de viatura adequada. Mas se o INEM está a pensar transformar auxiliares de acção médica em enfermeiros altamente qualificados, através duma proposta do dr. Miguel Oliveira, estratega do INEM que propõe as competências técnicas que a empresa Master - D concretiza, pagas com os tais dinheiros. E a Ordem dos Enfermeiros colabora com o seu silêncio, neste atropelo dos Enfermeiros e da Enfermagem, que, noutras épocas, mesmo sem a Ordem, não seriam imagináveis, quanto mais possíveis.

Entretanto há centenas de Enfermeiros licenciados à espera de colocação. O INEM podia ser um dos pontos de colocação de Enfermeiros sem ser preciso recorrer a perigosos auxiliares por falta de preparação, para tão complicada missão, como é a de assistência a sinistrados, sempre difícil mesmo para técnicos experientes.

Não é nossa intenção perturbar o funcionamento do INEM. Todavia se não retira de imediato esta proposta, nitidamente no âmbito da conivência na invasão da área de profissão titular; se os responsáveis do INEM não demonstram o respeito pela esfera profissional dos Enfermeiros, igual ao que demonstram pelos médicos, vamos ter de sentá los nos bancos dos tribunais, em defesa da Enfermagem e dos cidadãos. Fazer Enfermeiros a martelo e à pressa, não se enquadra no âmbito dos ni-nó-nis voadores rasteiros."

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Por Luz às 12:40
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3 comentários:
De Anónimo a 4 de Março de 2007 às 23:05
Reflecti um pouco se deveria ou não comentar este teu texto. Mas por simpatia à tua pessoa achei que seria justo transmitir-te uma breve palavra pessoal sobre aquilo que escreveste, ainda que, ressalvo minha dificuldade em perceber os meandros de tudo aquilo que pretendias transmitir.
Espero que o que direi de seguida não provoque um choque entre ambos pois acredita que não é de todo a minha intenção.
Uma ambulância de emergência nunca precisou, não precisa e jamais precisará de um enfermeiro a tripular a mesma. Não têm nem formação, nem preparação e muitos, com toda a certeza, nem capacidade para tal. Em nenhum país civilizado e referência em emergência ambulâncias de emergência são tripuladas por enfermeiros, e portugal é o único país dos 27 mais desenvolvidos do mundo onde não existem paramédicos. E em todos os outros onde há, esses paramédicos são meros auxiliares de acção médica (cognominados por ti como tal).
As razões da tua indignação passam, no meu entender, por uma série de equívocos quanto ao teu papel como enfermeira, mas também resultam de um problema de atitude que caracteriza o português.
A mim indigna-me ser considerado auxiliar de uma acção médica...ou porventura nem por isso.
Um abraço
Tito
De Anónimo a 4 de Março de 2007 às 23:13
No meu último parágrafo escrevi "auxiliar de uma acção médica" propositadamente. Mas quero reiterar meu inteiro respeito por quem é auxiliar de acção médica. Não me indigno quanto à profissão que me é sugerida mas quanto à mistura de papéis e competências.
Quando termino dizendo "ou porventura nem por isso", na existência de pontuação pode ficar uma dúvida no ar, portanto, o que quero dizer é que porventura pode até nem me chocar ser considerado auxiliar de acção médica.
De Paulo a 13 de Outubro de 2007 às 17:01
Em primeiro lugar as ambulâncias de socorro não são tripuladas por auxiliares de acção médica.
Existem vários tipos de ambulâncias, ambulâncias de socorro, ambulância de transporte, e veículos de transporte múltiplos.

As ambulâncias que fazem socorro são conhecidas legalmente por “Ambulâncias de Socorro” ou ABSC, que podem ser do INEM, dos Bombeiros ou da CVP, e são tripuladas por um tripulantes de ambulância de socorro e um tripulante de ambulância de transporte, e o que decreto-lei que regulamenta o transporte de doentes e a foram dessas duas classe profissionais.

Como vêem não existem auxiliares de acção médica nas ambulâncias, nem sei onde foste buscar essa ideia.
Em relação aos enfermeiros a fazerem ambulância:
Pois bem, se não existe dinheiro para ter tripulantes de ambulância nas ambulâncias, o que levou o INEM a reduzir as tripulações das ambulâncias de socorro de 2 TAT e ! TAS, para 1 TAT e 1TAS, prejudicando serialmente o socorro, ainda querem por lá enfermeiros?
Enfermeiros sim, somente nos hospitais e centros de saúde, onde existe grande falhas de cuidados, querem ocupar outra casa sem terem arrumado a vossa.

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