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AAAHHHHHHHHHHHHH

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Terça-feira, 11 de Março de 2008

Mari Luz

Para além da maldade, o que leva alguém a fazer mal a uma criança?

 

As últimas notícias dizem que tudo indica que foi asfixiada mas não vítima de violência... Qual terá sido o intuito?

Sinto-me...

Cansada, cansada, cansada e não sei porquê.

Estou literalmente a arrastar o corpo... Não me apetece mexer um dedo sequer.

Não fiz nada que me pudesse cansar tanto.

Domingo, 9 de Março de 2008

Voltando à manifestação

O Joseph bem me pede para não me irritar mas é superior as minha forças. Pede também para eu aumentar a minha percentagem de 1% (ver post anterior) para 8%, mas acho que devia diminuir para 0,8%...

 

Porque estou mais irritada que ontem? Aqui vai...

 

Aquelas criaturas que pedem respeito pela classe são as mesmas que ontem se recusaram a desviar-se para deixar passar uma ambulância que ia para uma pcr (paragem cardio-respiratória ). Verdade que alguns se desviaram, mas houve várias mulheres (?) que não o queriam fazer porque, diziam elas, a ambulância estava a interromper a manifestação! Entenda-se que se a ambulância não passasse por ali não conseguiria chegar ao local... Quem a ia a conduzir deve ser quase (só quase) tão maluco como eu e pôs o pé no acelerador ...

Mas é gente de merda desta que quando uma ambulância demora a chegar ao local vão para a comunicação social!

 

Vou usar uma expressão que o meu pai gosta muito e que me recordo de ouvir desde que me entendo "É SÓ ESCUMALHA!!!"

 

Quem é de Lisboa, ou trabalha lá já reparou como ficou, por exemplo, a rotunda do Marquês de Pombal?

Ficou cheia de garrafas vazias no meio do chão, passeio e estrada, maços de tabaco vazios e afins...

 

Querem estas coisas respeito?

 

A Ministra é que não tem tomates porque se os tivesse descontava-lhes no ordenado a limpeza da via.

 

E depois dizem que sou má quando digo que não posso exercer senão deixava gajas como as que não deixaram passar a ambulância a definhar na urgência de um hospital. Comigo morriam! Estava-me a cagar para elas.

 

Respeito, esta merda de gente quer respeito...

 

Queria ver se em certos países da Europa faziam esta treta, faziam o tanas!

Haviam de os pôr a apanhar o lixo com a boca.

 

Ah... E quantos andaram a ver montras com as bandeiras enroladas sem abrir a boca? E sentadinhos na esplanada a beber bejecas ... Devem ser os novos conceitos de manifestação.

 

Anda aqui uma gaja a descontar para estes parasitas. E não me venham dizer que os professores também descontam, porque o que a maioria desconta não dá nem pagar a merda que fazem!

 

Sejemos honestos, quantos professores recordamos como pessoas idóneas e merecedoras de respeito, durante toda a nossa vida académica? Três ou quatro?? Em cerca de 17 anos de ensino é muito pouco... (estou a contar com o tempo de licenciatura)

 

Já era a classe que mais abominava, então agora...

 

Ainda não consegui digerir que ninguém faz nada às gajas que não queriam deixar a ambulância passar para socorrer um Sr. em pcr . Um enxerto de tareia em pu&$% como estas era pouco! E a maioria tem filhos... Fónix!

Sábado, 8 de Março de 2008

Temos pena mas fico possessa!

Está a dar no telejornal a manifestação dos professores.

Ofenda-se quem quiser, pouco me importa, tenho "pena" de 1% deles, que são os que dão aulas por vocação e que realmente fazem alguma coisa pelo ensino. Os restantes dizem que não têm de aturar os filhos dos outros, mas esquecem-se que os filhos dos outros também não têm de os aturar a eles.

 

Tive professores, e conheço alguns, infelizmente a maioria, dão aulas porque não arranjaram trabalho no que efectivamente queriam. Eles são os primeiros a dizê-lo. São os primeiros a ser arrogantes, a acharem que são donos e senhores dos tais filhos dos outros... E ainda vêem chatear meio mundo a manifestarem-se.

 

Porque é que eu que não sou a ministra tenho de andar às voltas em Lisboa para chegar onde quero?

Porque é que eu tive de me mexer para livrar o meu filho (e outros tantos por arrasto ) de uma professora que tinha tudo menos vocação?

Porque permitem que professores, que no dia na primeira aula, apresentação, dizem "estou aqui porque não arranjei trabalho no que queria", leccionem?

A grande maioria está a manifestar-se porquê?

 

Um dia ouvi um professor dizer "fui colocado muito longe, vou recusar, antes estar de baixa do que aturar os filhos dos outros". Isto é um professor? E não, não me digam que estes são uma minoria porque é exactamente o oposto. São a maioria!

Para mim ele também é "filho dos outros" (te pai, mãe, é filho de outros) e então eu, como encarregada de educação tenho de o aturar porquê (se estiver a leccionar)?

E porque tenho eu de estar a descontar para lhe pagar o subsídio de desemprego? (e aqui não me digam que ele descontou para ele mesmo, porque para ter subsídio basta trabalhar 6 meses...)

 

Ainda terminam a manifestação a cantar o hino nacional...

 

Meteu-me nojo!

 

A maioria são uma bestas com os nossos filhos. (mais um parêntese ... não argumentem que são assim porque as crianças são mal-educadas porque o meu filho não o é, por isso nem admito!)

 

 

Desculpem-me os demais por tantos parênteses mas é para o caso de aparecer por aqui algum professor com as desculpas do costume. São sempre iguais...

 

Repito, 1%.

Hoje estou gulosa

Estou a comer isto...

 

 

Gosto deste gelado sem estar muito frio, fica fofo e macio... huumm... Tem pedaços como os da imagem...

Acho que expliquei mal

Acho que me expliquei mal no post "Eu pecadora me confesso".


Do barulho falava em casa ou em privado.
O meu filho não é de todo barulhento, mas tem dias mais excitado em que lhe peço moderação.

 

Referia-me a coisas como:

Hoje à tarde vou com ele ao parque. Certo e sabido que quando chegar a casa vai directo para a banheira, mas não estou no parque a dizer (como vejo muito fazerem) não caias no chão, olha que te sujas, não escorregues (no escorrega) de cabeça sujas a mãos quando as apoiares no chão, corre de vagar senão entram pedras para os ténis ... É este tipo de coisas.

 

Quando estou lá fora a tratar das flores ele mexe na terra, suja-se todo... Eu deixo! Mas muitos pais não permitem. Os putos nem se divertem. São do género não te podes sujar mas podes ser mal educado. Os miúdos crescem sem saber o que é andar descanso em cima de terra (não me refiro à da rua), sem a sentirem, sem aproveitarem um dia em pleno, entrarem em casa irem a correr para a banheira, comem e caiem para o lado.

 

Muitos que têm família em aldeias, mas são da cidade, vão para lá cheios de 9 horas... Faz-me confusão.

 

Nasci e fui criada em Lisboa, tinha família no Norte e ia lá várias vezes ao ano. Soube o que era mexer em batatas, alfaces, cenouras, cebolas acabadas de sair da terra, o que é pegar e cabritinhos acabados de nascer, andar descalça no chão - este chão é o nome que se dá a pequenas hortas, não o chão onde andamos -, soube o que era trepar a árvores (da minha madrinha) e apanhar dióspiros , amoras, peras, maçãs. Soube o que era brincar com coelhos, cães, gatos, porcos bebés.

Chegava a casa numa lástima, toda suja, mas divertia-me imenso!

 

Era a este tipo de coisas a que me referia...

Sexta-feira, 7 de Março de 2008

Ou muito me engano...

Ou vai haver mais uma notícia a dizer que um idoso faleceu porque o CODU não activou os meios para o local... Aguardemos...

 

Eu não disse nada...

Modas

Tenho visto muitos miúdos, adolescentes, a ouvirem música sem auriculares. Levam o telemóvel na mão e a música a tocar. Nem me importo de ouvir as músicas pelo simples facto de que é óptimo para a saúde auditiva deles.

Eu pecadora me confesso...

Não me interpretem mal. Não sei se me vou conseguir explicar como deve se ser, por isso e por não querer ser mal interpretada, tenham presente durante a leitura o que já conhecem de mim, julgo que assim me compreenderam...

 

 

Acho-me boa mãe, modéstia à parte até acho. Com defeitos como todas, com qualidades como a maioria. Mas sou completamente desprovida de paciência com os filhos dos outros. E é aqui que não quero ser mal interpretada. Conheço muitas crianças que amo. Amo mesmo! Trataria delas se houvesse necessidade, com todo o amor e carinho possível. Mas estou muito longe de ser daquelas pessoas que ama as crianças sejam elas quais forem. Não sou assim. Sou com as crianças como sou com os adultos, de extremos, ou amo ou ignoro.

 

Irritam-me crianças mal-educadas. Irritam-me crianças que não sabem o que é uma filha e desatam a correr e a atropelar tudo e todos para lhe passar à frente.

Ainda numa destas semanas refilem com duas raparigas (curiosamente as piores são raparigas) e um pai disse-me:

- Não se irrite, são crianças.

- Pois são! São crianças mas crianças mal-educadas! - respondi na hora como costume.

 

Sei que nem todos os miúdos são fáceis e que a maioria (meu inclusive não é excepção e longe de ser santo) não se portam nas nossas costas da mesma forma que se portam à nossa frente. Acho um mal geral, até nós adultos o fizemos. Estas miúdas com quem refilei não tinham os pais presentes e desconheço completamente como serão ao pé deles, nunca os vi sequer.

 

Mas cada vez tenho menos paciências para os miúdos... Muita gente me diz que esta minha intolerância é engraçada, na medida em que para o meu filho tenho bastante paciência e só no extremo é que lhe ralho e me passo. Mas é MEU FILHO!!

 

E depois as idades... Não há, para mim, pior idade que a do meu filho, 6, 7, 8 anos. Não há pachorra. Com um adolescente, por exemplo, nunca me passei. E com bebés também não, está claro. Tadinhos nem sabem o que fazem. Não posso exigir a uma criança de ano e meio ou de dois o que posso exigir a um de 6, 7 ou 8. É claro que não é de bebés que falo.

 

Depois deparo-me com pessoas que têm toda a paciência do mundo para estas faltas de educação e fico doida, porque quando ouço coisa como o tal pai me disse, questiono que tipo de educação ele dá... Se aquilo para ele é normal... Que poderei pensar?

 

Os meus pais não foram muito exigentes comigo e acho que com o meu filho ainda sou menos. Mas não há um mínimo? Coitadinhos são crianças?

Todos têm o seu feitio e devem ser respeitados como crianças e como pessoas, não devemos ir contra certas coisas (é a minha opinião). Acho que se devem sujar, fazer barulho, até estragar (faz parte) mas têm de ser mal-educados? Passar por cima das pessoas? Magoá-las?

 

Serei eu intolerante demais?

 

Fico a pensar, sabem... Deparo-me com teorias opostas à minha. Sujar nunca, fazer barulho ainda menos, estragar está fora de questão... E a educação e respeito pelo próximo nem se ralam, como é o caso do Sr. que me disse para não me irritar...

????

Porque nasci portuguesa?

 

Queria ter nascido espanhola...

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